Um Pouco de Transportes – Asfalto Frio Promete Melhorar a Pavimentação das Ruas

Uma empresa da grande SP vem desenvolvendo uma novidade para a pavimentação de ruas e avenidas, trata-se de um asfalto tapa-buracos, o qual é aplicado a frio, não sendo necessário de ser aplicado quente, como no caso do piche. Além disso, o produto pode ser armazenado por até um ano.

O inventor do produto afirma que sua fórmula é composta de detergente, pois assim, é possível diminuir a ação do asfalto por temperatura. O empresário William Denis Rosset, explica que o asfalto convencional, usado frequentemente em temperatura ambiente, acaba virando pedra. O asfalto frio, que também é aplicado em temperatura ambiente, não se solidifica pelo fato de sua composição conter detergente, que acaba inibindo esta ação.

A invenção custa por volta de R$1 milhão para desenvolver o asfalto frio. A composição deste asfalto é igual à do produto tradicional, composto por piche, pedra e pedrisco. Os diferenciais em questão são aditivos secretos, os quais permitem que o asfalto possa ser aplicado até mesmo na chuva.

Apesar de todos os benefícios do produto, o asfalto frio custa mais que o dobro do convencional, custando R$400,00 a tonelada. No entanto, os custos finais caem em 30%, pois sua aplicação é mais simples e mais barata em relação ao asfalto tradicional, o qual se aplica quente e requer a utilização de muitos equipamentos, máquinas e caminhões pesados. Sendo necessário também, ter uma ampla frente de trabalho para que equilibre toda essa estrutura, o que não ocorre com o asfalto frio, visto que esse atende a qualquer demanda.

O empresário William Denis Rosset produz em sua fábrica em torno de 500 toneladas de asfalto frio por mês. O produto já vem sendo testado em um condomínio no município de Cotia, em São Paulo. Em breve outros locais poderão usufruir desta nova invenção que ajudará a melhorar a pavimentação das ruas da cidade.

Mais informações: http://www.itarrubi.com.br/asfalto.php

Técnica já foi utilizada em 2007 em Porto Alegre

Na tentativa de evitar que a chuva continue inviabilizando o conserto de buracos nas ruas de Porto Alegre, a Secretaria Municipal de Obras e Viação (Smov) começou a testar ontem nova técnica de utilização de asfalto. Ao invés do produto tradicional, usinado a quente, os técnicos aplicaram asfalto a frio em um trecho da avenida João Pessoa. Caso o produto seja aprovado, a secretaria irá utilizá-lo em todas as repavimentações feitas em dias de chuva.

‘Nos meses de junho e julho, choveu o dobro do que no mesmo período do ano passado, o que impediu que os técnicos fizessem consertos imediatos’, afirmou o titular da Smov, Maurício Dziedricki, explicando que o asfalto quente tem baixa aderência e, se aplicado com tempo úmido, faz com que o buraco volte a se abrir. De acordo com ele, a iniciativa de testar a nova técnica integra o plano de ações em andamento para reparar os buracos na capital gaúcha. ‘Queremos mostrar que a forma correta de consertar os buracos é revitalizar as vias. Já recuperamos 21 ruas com o Programa de Revitalização Asfáltica e a meta é atingir de 70 a 100 até o final de 2008’, disse. A viabilidade de aplicação do novo tipo de asfalto será estudada pelos técnicos da Smov.

Um mutirão tapa-buracos, conforme o secretário, será feito a partir deste final de semana. Dziedricki salientou que a meta é produzir 50 toneladas de asfalto por dia para os consertos. No processo, ainda será utilizado o asfalto quente. Em 15 dias, atuarão no mutirão 14 equipes da secretaria, envolvendo cerca de 70 funcionários.

A prioridade será dada às vias de maior tráfego de veículos, seguindo depois para as demais ruas de Porto Alegre. Neste final de semana, as equipes estarão trabalhando na área central da cidade (Castelo Branco, Mauá, Conceição, Alberto Bins, Dr. Flores, Borges de Medeiros, Júlio de Castilhos, Chaves Barcelos e Cel. Vicente). Além do Centro, a Smov estará realizando o serviço também nas regiões Norte (Assis Brasil, Sertório e Baltazar de Oliveira Garcia) e Sul (Icaraí, Cel. Claudino, Tamandaré, Edgar Pires de Castro, João Antônio da Silveira e Nilo Wulff).

O supervisor do Escritório de Projetos e Obras da Smov, Adriano Borges Goulart, afirmou que atualmente são gastos R$ 520,00 por tonelada produzida de asfalto. A intenção da secretaria, observou ele, é que os custos possam ser reduzidos com a aquisição do novo produto, desenvolvido pela União dos Trabalhadores em Resíduos Especiais e Saneamento Ambiental (Utresa). ‘O asfalto a frio não precisa ser aplicado imediatamente e pode ser usado mesmo em um buraco que contenha água’, disse.

Fonte: http://www.drywash.com.br

Anúncios

Um comentário sobre “Um Pouco de Transportes – Asfalto Frio Promete Melhorar a Pavimentação das Ruas

  1. Muito bom método para evitar os transtornos no trafego nas estradas,e aproveito para pedir um conselho da vossa parte com relação a fabrica porque eu tenciono montar uma fabrica dessas em Angola obrigado e aguardo or mas dicas vossa

Deixe um comentário

Preencha os seus dados abaixo ou clique em um ícone para log in:

Logotipo do WordPress.com

Você está comentando utilizando sua conta WordPress.com. Sair / Alterar )

Imagem do Twitter

Você está comentando utilizando sua conta Twitter. Sair / Alterar )

Foto do Facebook

Você está comentando utilizando sua conta Facebook. Sair / Alterar )

Foto do Google+

Você está comentando utilizando sua conta Google+. Sair / Alterar )

Conectando a %s