Em SP e no DF, programa Minha Casa Minha Vida não sai do papel

RIO – Em São Paulo e no Distrito Federal, o programa Minha Casa Minha Vida, para pessoas de baixa renda (de 0 a 3 salários mínimos), ainda não saiu do papel. Em 2011, segundo o Sindicato da Indústria da Construção Civil do estado de São Paulo (Sinduscon/SP), nenhuma unidade foi construída pela iniciativa privada no município. Balanço do Sinduscon/DF mostra que nem a iniciativa privada nem o governo construíram qualquer imóvel para essa faixa de renda na região. Com as mudanças anunciadas pelo governo federal para o Minha Casa Minha Vida 2, Sérgio Watanabe, presidente do Sinduscon/SP, diz acreditar que o problema persistirá.

Continuar lendo

Anúncios

Construção investe R$ 1,14 bi

Valor supera 14% os aportes de 2010 e não contabiliza os investimentos nem do MCMV nem da Copa

O setor de construção civil investiu em Fortaleza, no primeiro semestre deste ano, um volume de R$ 1,14 bilhão, valor que supera em 14% os aportes do ano passado. A quantia leva em consideração as vendas de incorporação, sem contar com os investimentos do programa federal de habitação Minha Casa, Minha Vida (MCMV). Além disso, há uma previsão inicial de que, por consequência da Copa do Mundo, sejam investidos na Cidade, até 2014, recursos da ordem dos R$ 9,4 bilhões.

Continuar lendo

Residencial já apresenta problemas

Entregue há dois meses, o primeiro residencial do “Minha Casa, Minha Vida” no Ceará vira alvo de críticas dos seus próprios moradores. Eles denunciam infiltrações, declives e falta de fiação para linhas telefônicas.

Quando passava em frente ao canteiro de obras rumo à escola da neta, Antônia Ferreira dos Santos, 42, sonhava em ser a dona de um dos 120 apartamentos. Conseguiu. Só não imaginava que as chateações começariam tão cedo.

 Dois meses após mudar-se para o Residencial Turmalina, no bairro Vila Velha, em Fortaleza, os cômodos já apresentam infiltrações. “Eu gosto daqui. Me dou bem com todos. A vida é boa. Mas esse problema…”, lamenta.

Continuar lendo