Concreto Reciclado. Conheça os benefícios da utilização desse material

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Dos métodos construtivos, as estruturas de concreto estão entre os que menos geram resíduos. “Em média, de 2% a 3% de tudo que uma concreteira produz acaba retornando para as plantas e é descartado como resíduo. Estimando uma produção nacional de concreto usinado perto de 40 milhões m³/ano, é gerado cerca de 1 milhão de m³ de resíduos em todas as concreteiras brasileiras”.

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Orgulhos do Brasil: as maiores obras de Engenharia do país!

É certo que o Brasil tem passado por uma crise lastimável, tanto que os abalos causados pela instabilidade política e econômica enfrentadas pelo país estão sendo refletidos em diversos setores. Ainda assim, a construção civil brasileira está aí para mostrar, por meio da sua técnica e eficiência, que o nosso país tem muita qualidade!

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Empreendedorismo na construção civil. Saiba como abrir sua própria empresa!

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No atual momento econômico, muitos dos engenheiros recém-formados acabam ficando sem emprego e a única alternativa é partir para o próprio empreendimento. Mas não é não simples assim. Calma! Existem grandes detalhes que você precisa saber antes de se jogar de cabeça!

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Saiba como tratar a umidade de uma casa!

Normalmente associamos nossas residências como sinal de saúde. Acontece que, também em nossas casas, somos frequentemente colocados “frente a frente” com fungos que podem nos levar a graves problemas pulmonares. O mofo na parede pode ser o causador da sua constante crise de rinite alérgica, por exemplo.

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Entenda como funciona a filosofia BIM aplicada a engenharia civil

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Building Information Modeling (BIM), em português, Modelagem da Informação da Construção, é o novo conceito quando se trata de projetos para construções. Diferente do desenho usual em 2D, uma mera representação planificada do que será construído, a modelagem com o conceito BIM trabalha com modelos 3D mais fáceis de assimilar e mais fiéis ao produto final. Numa comparação simples, seria como abandonar a ideia de fazer o planejamento desenhando mapas e trabalhar diretamente com maquetes.

Na prática, nenhuma obra é igual, mas todas elas têm algo em comum: mobilizam uma variedade extensa de materiais, serviços e demais providências para que sua execução aconteça da forma mais eficiente possível.

E dependendo do caso, gerenciar essa colaboração multidisciplinar pode ser uma tarefa um tanto complexa, mas a questão aqui é que, quanto mais dessas informações forem conhecidas, mais assertivo fica o planejamento e a construtora pode programar as atividades da obra com muito mais segurança.

Para captar e organizar o máximo possível desses dados, a cada novo empreendimento a construtora precisa elaborar vários documentos para planejar e acompanhar a execução da obra. Muitos deles você já conheceu aqui no blog, como o orçamento, cronograma de obra e cronograma físico-financeiro.

Mas já pensou o quão prático seria se absolutamente todas as informações da obra estivessem consolidadas e integradas em uma mesma plataforma? Acompanhe a nossa série aqui no blog do Sienge sobre BIM, o conceito que é tendência para o futuro da modelagem na construção.

O que é o BIM?

O projeto ideal realizado em BIM deve agregar todas as partes envolvidas no planejamento de uma construção, fornecendo informações aprofundadas sobre cada detalhe da construção e que podem ser utilizadas por todos os envolvidos, desde engenheiros e arquitetos até planejadores e responsáveis pela compra de materiais.

Em um software que aplique o conceito, vários profissionais podem trabalhar no mesmo projeto ao mesmo tempo utilizando o mesmo arquivo, adicionando os dados que competem à sua especialidade e vendo as atualizações no modelo em tempo real.

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Não se trata de facilitar apenas dados como dimensões de paredes e localização de canos hidráulicos e tubos de gás, mas também informações relacionadas a tipos e quantidade de insumos e mão de obra utilizados, por exemplo.

Isso quer dizer que, ao se modelar uma parede usando o BIM, é possível especificar parâmetros não apenas de espessura, comprimento e altura, mas também, por exemplo, o material do qual será feita a parede, fabricantes de materiais, custos, propriedades térmicas e acústicas, custos envolvidos, dentre outras possibilidades.

Aplicações de BIM em softwares e novas tecnologias

Saber como funciona o BIM pode ter feito você pensar nos softwares mais populares nos meios de engenharia e arquitetura, as ferramentas CAD, como o AutoCAD. Estas ferramentas ficaram conhecidas por terem sido pioneiras na transição da prancheta para o computador, fornecendo plataformas de desenho 2D para arquitetos e engenheiros.

Você pode se perguntar:

Será que estes programas vão incorporar o BIM às suas práticas? A resposta é sim! E isso já está acontecendo. O foco para os softwares do seguimento mudou, os principais devem atuar em BIM, como Autodesk Revit, Vector Works e ArchiCad, por exemplo. Já os programas CAD não vão sumir, mas terão um papel secundário para agregar todas as funcionalidades do BIM.

Se considerarmos que a tecnologia de realidade aumentada está avançando rapidamente e a associarmos ao BIM, em breve, com o uso de smartphones, tablets e ferramentas como o Google Glass, poderemos visualizar o projeto no local em que ele será construído antes mesmo de terminá-lo e interagir com ele, entre outras facilidades.

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Principais características e vantagens:

O National BIM Standard-United States® (NBIMS-US™) define a Modelagem da Informação da Construção como uma fonte de conhecimentos compartilhados para a geração de informações sobre um empreendimento, e também destaca a colaboração dos participantes como um dos principais motores da prática.

Reconhecendo que trabalhar em conjunto pode ser um aspecto complicado em um projeto, dada a variedade de especializações envolvidas, o NBIMS-US™ constatou que nos Estados Unidos “as construções custam mais do que deviam e demoram muito para serem entregues”.

Por isso é importante promover um trabalho de colaboração de informações melhor entre os vários participantes envolvidos no processos de construção – um estudo mostrou que a falta de-interoperabilidade nas obras chega a gerar às construtoras um custo adicional de 15,8 bilhões de dólares a cada ano!

Essa interoperabilidade é considerada uma das principais características (e vantagens) do BIM, além do intercâmbio de informações. Ou seja, todos os profissionais envolvidos na execução do empreendimento podem exercer suas funções de forma integrada e alinhada ao objetivo do projeto.

Arquitetos, engenheiros, construtores, fornecedores e demais partes interessadas podem extrair informações de acordo com suas necessidades para tomarem decisões mais assertivas. Sem contar que toda e qualquer alteração que os profissionais fizerem no modelo será processada em tempo real e atualizada.

Essa automação dos processos ajuda bastante na economia de tempo e na redução dos custos. Confira outros benefícios que o BIM pode levar à sua construtora:

  • Cumprimento das datas estipuladas no cronograma de obra;

  • Oportunidade de testar soluções previamente;

  • O projeto pode ser compreendido, revisado e visualizado mais facilmente, o que ajuda a garantir mais precisão e avaliar alternativas para otimizar recursos e processos;

  • Comunicação mais eficiente entre os participantes do projeto e fluência no compartilhamento de informações da construção.

3D ou BIM?

O 3D foi a evolução natural do desenho de projeto, mas qual a diferença entre o 3D e o BIM? Um objeto modelado em 3D ou “objeto volumétrico” muitas vezes era apenas uma representação do modelo real, uma ferramenta de visualização.

Com a aplicação da tecnologia BIM, esse modelo 3D passa a ter diversos “objetos paramétricos” com a adição das informações que o BIM proporciona. Ou seja, cada objeto modelado passa a aceitar parâmetros e informações que agregam ao trabalho de outros profissionais que não sejam apenas os projetistas.

É possível, por exemplo, adicionar informações de marca do material a ser utilizado, custos e outras especificações dentro do arquivo onde o projeto está sendo modelado. Desta forma, vários profissionais (engenheiros, arquitetos, orçamentistas, compradores, etc) podem acessar e editar várias informações ao mesmo tempo, economizando tempo e evitando erros de comunicação que se traduzem em desperdício e atraso nas obras.

Costuma-se dizer no segmento de construção civil que quanto mais próximo da realidade o planejamento da obra estiver, maiores são as chances de sucesso do empreendimento no futuro. As tecnologias que utilizam BIM estão sintonizadas com essa realidade e criaram recursos para que a visualização prévia das edificações fique ainda mais apurada, permitindo planejamentos ainda mais precisos.

Fonte:SIENGE

O Engenheiro de 2020: Um olhar sobre o futuro da engenharia na Grã-Bretanha

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Já que o Reino Unido busca entregar infraestrutura do século 21, existe uma imensa oportunidade de repensar as habilidades requeridas para um engenheiro – e encontrar novos meios de se encaixar nelas.

Mas o que é um engenheiro do futuro?
Os desafios da infraestrutura de hoje são bem diferentes daqueles de 20 ou 30 anos atrás. Naquela época, a nação ainda via a construção de novas estradas, de obras de tratamento de água e de rede elétrica como o caminho para resolver os problemas de superpopulação e de falta de capacidade, e os graduados em engenharia civil puderam antecipar um grande tempo de realização de projetos e de construções desses novos recursos.
Entretanto, no mundo de hoje, a maioria dos engenheiros está sendo requisitada para descobrir como tirar maior proveito da infraestrutura que já temos, ao invés de construir algo novo.

Pode-se muito bem ainda começar com o básico. Como diz o novo presidente da ICE (Instituição de Engenheiros Civis), Tim Broyd: Você precisa sim começar com o básico. “Ninguém quer que a ponte caia.” Excelência técnica é praticamente a rocha matriz sobre qual toda engenharia é fundada.
Mas o que mais?
“Habilidade é algo a qual nós estamos sempre atracados, mas eu não acho que nós devamos aderir à moda de que há uma crise de capacitação” – Darren James, Costain. Que habilidades são desejadas em um engenheiro que quer se encaixar no futuro?

Você precisa ser um engenheiro civil?
“Nós devemos nos perguntar o que precisamos para estar na indústria de engenharia e de construção civil. Você não necessariamente precisa ser um engenheiro civil com uma especialização. Existem outros meios de entrar na indústria, e muitas outras coisas que você pode fazer para enfrentar o desafio da capacitação”, diz Costain.

Mas não seria nenhuma surpresa dizer que, além das competências técnicas, existem três requisitos básicos: habilidade tecnológica, habilidade social e habilidade comercial. A tecnológica é a principal.

Crescente papel da tecnologia

Durante a próxima década, o papel da tecnologia em entregar, manter e operar infraestrutura irá provavelmente crescer devido a todo o seu reconhecimento. A indústria está ocupada em se adaptar.
Um olhar no top 10 de empresas de tecnologia na NCE100 confirma isso.
O fato de que todas as empresas no top 10 tem uma estratégia digital e um diretor de conselho responsável por toda a implementação de sucesso reflete o fato de que muitas tem uma noção da importância do assunto.
No entanto, Daniel Chick, diretor técnico da Zipabout, acredita que essa é a área de maior desafio. Muitos engenheiros que pensam que são tecnologicamente informados, na verdade, estão fora do ritmo.

Levando o digital a sério
E isso vai ser grande. Como Broyd diz para a New Civil Engineer, esse ano é o ano que a ICE leva o digital à sério – O ano que os líderes da indústria perpassam o nível 2 do BIM a fim de colaborar na construção de projetos para um mundo onde a tecnologia está informando, onde os recursos são operados, mantidos e substituídos.
E como Sharon Kindleysides, que é diretora geral do sistema global de transporte inteligente (ITS), diz:
“Uma estrada agora inclui sensores e equipamentos de comunicação: Não é só asfalto”
“Existe uma névoa sobre os limites, e você não pode mais enquadrar as coisas. Nós temos estradas falando com veículos, e semáforos falando com carros”.
Ela acredita que os limites interinstitucionais devem cair. “Quando nós começarmos a olhar para os veículos autônomos, nós iremos ter mudanças no livro de regras, e nós teremos que acabar com essas divisões entre Engenharia Civil, Engenharia Mecânica, Arquitetura, etc”, ela diz.
Ela acrescenta: “Nós precisamos de pessoas que não tem apenas matemática e física – nós precisamos de pessoas que conseguem entender o lado humano, que podem muito bem ser psicólogos ou antropólogos.”
Então, no que tange as habilidades sociais, Sir John Armitt, ex-presidente da ICE, observa: Existe agora – e indiscutivelmente sempre existiu – uma necessidade real para os engenheiros se engajarem com o público.
“O papel do engenheiro é falar para o público muito mais e entender as expectativas”, observa Armitt. “Se você pode mostrar para um político que a pessoa está indo votar nele ou nela (por causa de uma decisão de investimento), eu acho que isso é muito importante”, ele nota.

Fora de alcance
Então como a profissão da engenharia civil parece estar desconectada da sociedade que procura servir?

O tema principal do ano de Broyd é dar apoio ao cronograma de ampliação da ICE através da inauguração de uma nova espécie de membro associado – profissionais que não são engenheiros civis formados, mas que tem um protagonismo em infraestrutura. É um desenvolvimento significativo que pode percorrer um longo caminho, levando à indústria a prover uma visão mais balanceada sobre as necessidades de infraestrutura
da nação.
“A iniciativa da ampliação do corpo de membros vem muito da estratégia de prover uma liderança de pensamento”, ele diz. “Nós não somos um grupo de lobby. Nós não estamos no jogo de criar empregos para engenheiros civis. Nós vemos isso como nossa responsabilidade em assegurar que as decisões de infraestrutura são ajudadas pela evidência de conhecimento, através do corpo profissional representativo.”
“Ampliar vai nos possibilitar falar com mais autoridade”, ele afirma.
Isso significa que psicólogos e antropólogos são bem-vindos.
O terceiro tema de Broyd é relacionado em diferentes formas – sobre continuar o
empenho da instituição para a diversidade.

Relações não tradicionais
Existe uma agradável sinergia entre todos os temas. De fato, o programa Digital Built Britain afirma como a chave principal a “criação de relações fora do setor de construção tradicional para criar uma indústria holística, visionária e inclusiva, que tenha a aparência de adicionar um valor significativo e de ser um empregador diverso e
atrativo.”
Em resumo, isso significa uma tecnologia digital disruptiva, que será usada para empurrar a indústria para o século 21 e fazê-la realizar que: ampliação é mais importante que voos baratos; buracos e trabalhos de estrada são mais irritantes que trens intermunicipais lotados; e a grande crise da infraestrutura do país está na falta de casas e não na falta de trens de alta velocidade.

Intervenções da Engenharia Civil
As principais intervenções da engenharia civil claramente serão requisitadas. Nossas cidades estão cheias e mais capacidade de metrô é necessária, seja em Londres, Manchester ou outras cidades nesse meio.
A terceira habilidade é a comercial – mas não a comercial à moda antiga.
Comportamentos que nos possibilitam uma colaboração com um ambiente comercial tenso são cruciais – uma visão expressa por delegados na primeira mesa redonda NCE100 da New Civil Engineer.
Como diz o diretor de conselho da Arup, Peter Chamley, a indústria já percorreu um longo caminho nos últimos 30 anos, com “dias adversos em que as condições de contrato eram designadas para promover a luta”. Mas, como a mesa redonda concluiu, a colaboração não necessariamente precisa ser agradável. E isso significa que novos comportamentos são requisitados – novas habilidades para os engenheiros aprenderem e se encaixarem no futuro.

Traduzido e adaptado por Felipe Arruda Brito

Fonte: https://www.newcivilengineer.com/business-culture/future-engineer-skills-for-
2020/10012411.article

OrçaFascio – Conheça esse inovador Software de Orçamento de Obras!

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Quantas vezes você já sonhou em utilizar uma ferramenta que possa te auxiliar desde a construção de orçamento de obras, cronograma e inclusive a fazer a medição delas? Foi exatamente com essa ideia em mente, que nasceu o OrçaFascio, uma startup do Amapá que desenvolveu um software de orçamento de obras que hoje conta com quase 50 mil usuários e mais de 60 mil composições de custo unitário. Por ser de fácil utilização, mas sem abrir mão de recursos avançados, o site tem sido uma das principais opções para construtoras, incorporadoras, órgãos públicos, engenheiros e profissionais da construção civil de todo o país.

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MatLab aplicado a engenharia, uma poderosa ferramenta para a modelagem e simulação numérica

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Desde a antiguidade, o ser humano vem desenvolvendo tecnologias e ferramentas que tragam melhorias e facilidades em sua vida. A partir de ossos, pedras e madeiras fomos capazes de garantir a nossa sobrevivência e gerar descendentes que ocupam a maior parte das terras do planeta Terra, e desde então, diversas inovações marcaram cada momento da História, culminando com as Revoluções Industriais, que trouxeram uma série de mudanças na sociedade e na sua forma de organização.

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